Ato psicanalítico ou função analista
a impossibilidade lógica de fazer da psicanálise uma profissão
DOI:
https://doi.org/10.31683/stylus.v1i52.1280Palavras-chave:
Regulamentação da psicanálise, Ato psicanalítico, Função analista, Formação psicanalíticaResumo
Projetos que tentam atrelar as psicoterapias e a psicanálise a interesses políticos e econômicos existem desde os anos de 1980, mas nunca prosperaram. O Movimento Articulação, um coletivo de entidades psicanalíticas vem, desde 2004, derrubando projetos de lei que versam sobre isso. No entanto, mais uma onda de regulamentação ameaça mais uma vez a liberdade do exercício profissional, com projetos que oferecem risco ao caráter leigo da análise. Neste artigo a autora parte de uma afirmação de Lacan feita no seminário 15 (1967-68), qual seja, “ato psicanalítico diz respeito aos que dele não fazem profissão” para defender a formação psicanalítica permanente contraria a regulamentação da psicanálise como profissão. Para dar conta desse intento, ela traz referencias conceituais do ato analítico na direção do tratamento e na formação dos analistas a partir de textos lacanianos e freudianos que tangenciam essa questão.
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Referências
Referências bibliográficas
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